• Contra violação ambiental
    Precisamos que as autoridades judiciais impeçam que haja mais uma violação à natureza, com consequências na alteração climática e no risco à vida dos moradores. Se não importa simplesmente respeitar a legislação que trata de regular o respeito à natureza com a criação das APAS, nos resta ressaltar os danos ambientais ao clima e à qualidade de vida da vizinhança, que não tem como absorver mais quarenta e quatro famílias numa rua sem saída, num terreno que não foi utilizado à época da construção dos prédios pela excessiva proximidade à montanha. A violação à Reserva São José está diretamente ligada à alteração climática e, principalmente, a perversa especulação imobiliária que expõe famílias ao risco eminente de um possível desastre causado por chuvas fortes, que causam avalanches de vegetação nos morros, a exemplo do que já ocorreu no passado, com o desabamento de um prédio em Laranjeiras e mais recentemente com a tragédia em Muzema. Vidas importam! A natureza importa!
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    Criado por Thalía dos Santos
  • Coração Azul
    A importância de praias mais limpas, faz com que se torne mais “seguro” ir às praias e brincar com sua família, praticar um esporte, sem se preocupar se pode machucar o pé com algum resíduo, um caco de vidro. E é de suma importância para os animais marinhos também ! Sem plásticos, tudo em prol de um mundo mais limpo.
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    Criado por Julia Basilio
  • Protecao da Floresta Camboata
    Porque nessa area existem muitas arvores e especies em extincao como mico leao, capivaras, quatis, papagaios, jacarandas, pau brasil, lontras, e muitas arvores com mais de 500 anos!
    26 de 100 Assinaturas
    Criado por Cristina Amaral Picture
  • Lixo eletrônico: o azarão das questões ambientais
    A maioria desses eletrônicos acabará sendo descartada dentro de três anos devido a novas tecnologias e obsolescência planejada. A vida útil média de um computador diminuiu significativamente de seis anos para dois, e o ciclo de vida médio dos telefones celulares atuais é de apenas 9 a 18 meses. Portanto, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são produzidas anualmente, a maioria delas de países do primeiro mundo cujas rígidas leis de reciclagem tornam caro e trabalhoso o descarte com segurança. Como resultado, grande parte é exportada para países do terceiro mundo, como China, Índia, Paquistão, Vietnã, Filipinas e África, que não possuem regulamentos rígidos. Essa exportação é ilegal sob a Convenção de Basileia, que afirma que 'os resíduos perigosos devem ser descartados no país de origem'. O que isso faz com o meio ambiente: Os produtos químicos no lixo eletrônico podem incluir mercúrio, chumbo, cádmio, arsênico, níquel e cromo. Esses compostos podem ser muito persistentes no ambiente e são absorvidos pelas plantas pelo solo e pelos seres humanos através de alimentos, água, ar, poeira, contato com a pele e ingestão. O que isso pode fazer com as pessoas: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pequenas concentrações de chumbo, mercúrio e cádmio têm o potencial de causar danos neurológicos, câncer, doenças dos rins dos pulmões, tireóide e fígado, e podem causar dificuldades de comportamento e aprendizado nas crianças. O que pode ser feito: Os governos de todo o mundo precisam parar de exportar seus resíduos eletrônicos para esses países do terceiro mundo e, em vez disso, procuram melhorar seus próprios métodos de resíduos. Os governos devem se sentir responsáveis ​​por gerenciar seus próprios esquemas de reciclagem de lixo eletrônico, tornando mais barato e mais sustentável para as empresas explorarem essa avenida, em vez de simplesmente descarregar o imposto para países que precisam de dinheiro.
    14 de 100 Assinaturas
    Criado por Slava Digriz Picture
  • Não abandonem a APA do Itapiracó!
    Desta maneira, alguns visitantes e moradores dos arredores do parque reclamam da situação pois, ao fazer atividades ao longo da reserva (caminhadas, pedaladas, etc.), se deparam com um trecho que, por conta da não conclusão do contorno, se tornou um local onde as pessoas jogam lixo, abandonam animais e realizam outras ações prejudiciais ao meio ambiente e à saúde pública, o que está em desacordo com os critérios de conservação apontados pelo art. 3º do Decreto que criou a área de proteção. Esse trecho fica na Avenida do Meio Ambiente, Residencial Canudos, e precisa ser concluído para que este problema diminua ou deixe de ocorrer. Visto isso, requeremos que o Governo do Estado do Maranhão tome providências quanto a conclusão do perímetro da APA do Itapiracó - na Avenida do Meio Ambiente, visando a proteção da área ambiental e o bem-estar das pessoas que moram nas proximidades da APA ou que vão fazer múltiplas atividades na mesma. Não obstante, requeremos também que a Secretaria de Estado de Governo do Maranhão, enquanto administradora da APA do Itapiracó por força do Decreto Estadual 35.115/2019, tome providências quanto a conservação da área, a exemplo da instalação de lixeiras, distribuição de placas de sensibilização ambiental e limpeza dos locais em que houve o descarte irregular do lixo.
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    Criado por Denison Ferreira Picture
  • Salvar nascente
    Preservar uma área proxima a escolas e familias. Em um bairro de alto poder aquisitivo.
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    Criado por Sitio Brumado Picture
  • Proteja a Mata Atlântica em Palmácia
    A criação e/ou ampliação de uma unidade de conservação que possa abranger as áreas de Mata Atlântica em Palmácia (segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais cerca de 64% do território municipal está dentro do Bioma Mata Atlântica, enquanto apenas 0,76% do município está protegido por uma UC), possibilitará a proteção ambientais de áreas de alta beleza cênica como os Picos do Santo Cruzeiro e da Torre da Lua, o Açude da Comissão e a Pedra do Bacamarte. Além disso, possibilitará a preservação das diversas espécies da fauna e da flora, tais como: PACOTÊ (Cochlospermum vitifolium) IMBURANA-DE-CHEIRO (Commiphora leptophloeos) Orquídea Cebolete (Cohniella cebolleta) Umarizeira (Calliandra spinosa) Macambira (Bromelia laciniosa) Bromélia (Aechmea tocantina) Bromélia (Aechmea aquilega) Liana (Diplopterys lutea) Orquídea (Oeceoclades maculata) Pajeú (Triplaris gardneriana) Barriguda (Ceiba glaziovii) Pau-d'arco-amarelo (Tabebuia serratifolia) Orquídea (Epidendrum ciliare) Amor-entrelaçado (Antigonon leptopus) Orquídea (Catasetum macrocarpum) Palma-doce (Nopalea cochenillifera) Palmeira-catolé (Syagrus cearensis) Cajazeira (Spondias mombin) Palméira-babaçu (Attalea speciosa) Picão-de-padre (Cosmos caudatus) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Orelha-de-onça (Tibouchina heteromalla) Animais Gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris) Calango-de-pedra (Tropidurus semitaeniatus) Enyalius bibronii Calango-cego (Polychrus marmoratus) Camoatim - Maribondo (Polybia scutellaris) Maribondo-de-chapéu (Apoica pallida) Iguana-verde (Iguana iguana) Pica-pau-verde-barrado (Colaptes melanochloros) Casaca-de-couro-da-lama (Furnarius figulus) Ariramba-de-cauda-ruiva (Galbula ruficauda) Papacum (Forpus xanthopterygius) Anu-branco (Guira guira) Falcão-peregrino (Falco peregrinus) Besourinho-de-bico-vermelho (Chlorositilbon lucidus) Surucuá-de-barriga-vermelha (Trogon curucui) Rolinha-picui (Columbina picui) Sabiá-barranco (Turdus leucomelas) Beija-flor-tesoura (Eupetomena macroura) Alma-de-gato (Piaya cayana) Bico-chato-amarelo (Tolmomyias flaviventris) Tuim-santo (Forpus passerinus) Socó-boi (Tigrisoma lineatum) Sainhaçu-de-ingazeiras (Tangara cyanocephala) Saí-azul (Dacnis cayana) Jacu (Penelope jacucaca) - AMEAÇADO DE EXTINÇÃO Gavião-carijó (Rupornis magnirostris) Fogo-apagou (Columbina squammata) Jaçanã (Jacana jacana) Urubu-de-cabeça-amarela (Cathartes burrovianus) A proteção das áreas de Mata Atlântica em Palmácia possibilitarão que as futuras gerações possam ter direito a um meio ambiente equilibrado, garantindo também a conservação do habitat de centenas de espécies, bem como a proteção de riachos, nascentes e a cachoeiras.
    230 de 300 Assinaturas
    Criado por Mateus Andrade
  • Defenda as Dunas da Sabiaguaba
    Regulação/Produção de gases Regulação da composição química atmosférica (balance de CO2/O2; níveis de SO2) através do bosque arbóreo. Produz gases nas fases de decomposição da matéria orgânica, produção de metano e demais compostos através das fases de oxidação e redução. Interfere na composição atmosférica através dos gases emitidos com a produção de matéria orgânica Controle biológico Regulação da dinâmica trófica de populações. Complexa cadeia alimentar com biodiversidade vinculada a mais de 200 espécies vegetais e demais componentes de fauna que promovem fluxos gênicos com os manguezais. Oscilações das marés, relações com os ecossistemas dunar, lacustres e áreas úmidas, com as sazonalidades climáticas, promovem um complexo ecossistema que regula a produtividade primária. Regulação do clima Ameniza as condições climáticas locais através das rajadas de vento associadas ao canal estuarino e o bosque de manguezal, influência no microclima, evapotranspiração e fotossíntese, evapotranspiração nos bosques de dunas fixas e manguezal. Influencia no albedo e promove a captura de dióxido de carbono. A cobertura vegetal evidencia as relações climáticas, pedológicas e disponibilidade de água nos sistemas ambientais. Suplemento de água Armazenamento e retenção da água (dinâmica dos aquíferos e reservatórios). Conjunto de aquíferos associados aos componentes morfológicos do sistema costeiro. Por meio das interconexões com os aquíferos dunar e tabuleiro litorâneo; regula as propriedades físico-químicas das áreas úmidas e do manguezal através dos níveis de salinidade e densidade entre os aquíferos. Disponível através de poços e quando o lençol freático aflora origina lagoas interdunares e no setor entre as dunas e o ecossistema manguezal. Proteção da costa contra extremos (climáticos, deslizamentos, enchentes) e regulação dos sistemas hídricos superficiais e subterrâneos Amortece o efeito do escoamento superficial e processos erosivos derivados das precipitações. Controla o aporte de água doce no aquífero e das enchentes, pois a composição granulométrica favorece a infiltração da água da chuva e a cobertura vegetal minimiza os efeitos erosivos do escoamento superficial. Promove volume de água para os fluxos hidrológicos integrados com a bacia hidrográfica e os demais ecossistemas estuarinos. Os eventos pluviométricos de elevada turbulência são amortecidos no setor das dunas fixas. Durante os eventos de estiagem controla a quantidade e da água disponível para o aquífero dunar (reserva estratégica de água doce). Os eventos pluviométricos de elevada turbulência são amortecidos e distribuídos sobre o bosque de mangue. Produção e distribuição de sedimentos areno-argilosos e dinâmica da cobertura vegetal. Fluxos de matéria e energia consumidos e dissipados através da relação com os demais componentes geoambientais e ecodinâmicos. Amortecimento das consequências previstas pelo aquecimento global O complexo dunar do Cocó atua como sistemas responsáveis pela manutenção das propriedades amortecedoras dos efeitos projetados pelo aumento da temperatura média e subida do nível do mar (erosão costeira, incremento dos extremos climáticos associados às precipitações pluviométricas, salinização do lençol freático e mudanças na dinâmica de produção e distribuição de nutrientes, entre outros). O volume de água doce do aquífero dunar atua como barreira ao processo de salinização dos aquíferos quando da possível entrada da cunha salina. Ciclagem de nutrientes Armazenamento, ciclagem interna, processamento e aquisição de nutrientes (fixação de N, P e outros elementos do ciclo de nutrientes). Os complexos dunar, áreas úmidas e estuarinos integram-se para a produção de nutrientes representando a base da biodiversidade local integrada com o estuário do rio Cocó. Polinização Movimento de gametas para a reprodução de populações. Os fluxos de matéria e energia proporcionam interconexões entre os ecossistemas proporcionando elevado potencial de produção e distribuição de pólens e plântulas (predominantemente pelos fluxos eólico, fluvial, fluviomarinho e deriva litorânea). As dunas fixas intervêm diretamente na definição dos corredores ecológicos entre o tabuleiro pré-litorâneo s e o estuário. Refúgio de vida silvestre Habitat para populações residentes e migratórias (acolhida de aves migratórias). Os complexos estuarinos estão associados à elevada diversidade de avifauna; suporte ecossistêmico para as aves migratórias. As dunas resguardam suporte ecológico para uma diversificada fauna com a elevada diversidade de flora. Produção primária e de alimento Conjunto de componentes ecológicos vinculados à produção de componentes bioquímicos para a produção e distribuição de nutrientes para uma diversificada fauna e flora. Parte da produção primária bruta transformada em matéria prima e alimento. Reações geoambientais e ecodinâmicas associadas à formação, disseminação e consumo (produção de matéria orgânica) dos bosques de dunas fixas, mangue e demais componentes florísticos existentes nos ecossistemas. Vínculos complexos com a produção pesqueira. Recursos genéticos Produção de materiais e produtos biológicos para medicina, material científico, obtenção de genes resistentes a pragas e espécies ornamentais. Usos tradicionais da fauna e flora. Atividades de pesquisa. Abordagem integrada evidenciando os complexos de dunas fixas, áreas úmidas e estuarinos. Resgate de usos tradicionais da fauna e flora.
    29.731 de 65.000 Assinaturas
    Criado por Daniel Silva de Paula
  • #SOS PRAIA DO SOL
    Toda flora e fauna serão afetadas, senão exterminadas. Como a avenida prevê aterramento com pedras sobre área de preamar e restinga, é possível que toda a faixa de areia seja eliminada e a praia não tenha mais área para banhistas. As residencias da praia serão radicalmente desvalorizadas, o comércio terá uma redução significativa do movimento, levando a praia do sol a se tornar um mero bairro sem possibilidade nenhuma de balneabilidade e, com isso, sem o turismo que movimenta a economia da região. Existem alternativas e precisamos que a prefeitura discuta com os moradores e turistas este projeto.
    257 de 300 Assinaturas
    Criado por Maikon Birnfeld
  • Salvar a APA de Campinas
    Preservação do meio ambiente da fauna e da flora local, além de impedir o crescimento desordenado na região
    37 de 100 Assinaturas
    Criado por Sandra Venancio Picture
  • Mata atlântica viva
    Há anos nossas florestas vem sofrendo com o desmatamento tanto de grandes corporações quanto de pessoas que são vítimas do descaso gerado pelo estado, não tendo seu direito a uma moradia justa acabam invadindo um patrimônio de grande valor para nós e para as futuras gerações, dentro da cidade de São Paulo uma das maiores cidades do mundo temos uma potencia de mata incrível, a serra da cantareira localizada na zona norte de São Paulo tem bioma mata atlântica um dos biomas mais ricos do mundo só aves temos mais de 300 nesse pequeno fragmento de mata, tendo visto sua potencialidade é de grande importância mantela de pé.
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    Criado por Jonatas Ramos
  • VELHO CHICO VIVE
    Os órgãos envolvidos desconsideram a crise que vivemos na bacia em função da baixa vazão do rio, que afeta todas as regiões, na qual as vazões ecológicas das barragens que já existem tiveram seus limites alterados para baixo - não há água suficiente nem mesmo para produzir a energia projetada nas UHEs localizadas na região sub média e baixa da bacia. É importante reiterar que a usina coloca em risco a sobrevivência de inúmeras comunidades tradicionais que vivem não só na região, mas em toda a bacia, como povos indígenas, comunidades quilombolas, pescadoras, vazanteiras e pequenos agricultores É importante preservar o Rio São Francisco tão prejudicado pelas intervenções humanas.
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    Criado por Coletivo Velho Chico Vive