• Ajude o povo NOKE KUIN da aldeia SHONOYA - Help the NOKE KUIN people of the SHONOYA tribe
    Lutar pela causa, resistência e sobrevivência indígena é lutar pela vida dos povos originários, pela raiz ancestral e cultural do país, pela vida da floresta e seu ecossistema.
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    Criado por Pedro Antonio de Sousa Reimao
  • ARBORIZAÇÃO PÇA JOÃO ROCHA MACHADO - UIBAÍ
    Plantas exóticas não-nativas, como as palmeiras, podem agir como intrusas afetando o equilíbrio do ecossistema, utilizando demasiados recursos hídricos, além de não promoverem a sombra necessária para a população que circula na área citada. Cultivar espécies arbóreas próprias do bioma Caatinga tem grande importância ecológica e ajuda a promover a valorização da flora local. ASSINE ESSA PETIÇÃO, COMPARTILHE, APOIE A INICIATIVA para que possamos gerar mudanças significativas e preservar nosso pé de serra! Para saber mais, SIGA O @movimentomenosum !
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    Criado por Ruth Hiorrane Reis
  • Represa de Rifaina Poluída - Não vamos deixar
    Eu e um grande número de rancheiros, mergulhadores, frequentadores e moradores da Rifaina nos reunimos virtualmente por meio de um grupo de WhatsApp, e viemos pedir o vosso apoio para impedir a destruição da represa de Jaguara e consequentemente do turismo e da cidade de Rifaina. Veja as fotos em: https://photos.app.goo.gl/6watgVEe1Ak3KGpv9
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    Criado por NETO BOZELLI
  • Sim à demarcação da Terra Indígena Konhún Mág! Não à concessão da FLONA Canela!
    Já existe vasto material comprovando a ancestralidade Kaingang na região da FLONA de Canela. A comunidade é descendente direta do cacique João Grande (Nicué) que liderou o povo Kaingang contra as invasões promovidas pelas frentes de expansão. O processo de colonização do Governo reduziu o território Kaingang e obrigou muitos desses indígenas a procurar refúgio em locais distantes do seu território ancestral. Neste sentido, a retomada Konhún Mág é uma tentativa de reparar parte dos equívocos produzidos pelo Estado Brasileiro. Apesar de a FUNAI estar elaborando os estudos técnicos para reconhecimento dessa terra indígena, o povo Kaingang sofre a ameaça de ser expulso do seu próprio território ancestral. Além disso, o Governo Federal está promovendo a concessão da FLONA de Canela junto ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), sem consultar o povo Kaingang, ignorando completamente o processo de demarcação, um flagrante desrespeito a legislação brasileira e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Exigimos, assim, que as entidades responsáveis fiscalizem tais ações de modo que seja garantido ao povo Kaingang a residência, o andamento do processo de demarcação da terra indígena Konhún Mág e o fim do processo de concessão da FLONA de Canela. APOIAM ESTA CAUSA: - Grupo de Voluntários do Greenpeace Porto Alegre. - Associação dos Geógrafos Profissionais do Rio Grande do Sul (AGP/RS) - Associação dos Geógrafos Brasileiros seção Porto Alegre (AGB- PoA). - Marcha Mundial das Mulheres - Caxias do Sul; - Advogados Sem Fronteiras - Comissão de Direitos Humanos OAB Caxias do Sul - Programa Biblioteca Viva: Laboratório de Criatividade (UFRGS) - Núcleo de antropologia das sociedades indígenas e tradicionais (NIT/PPGAS-UFRGS) - Saberes indígenas na escola - Núcleo UFRGS - Coletivo Catarse - Teia dos povos em Luta no Rio Grande do Sul - Seção Sindical ANDES/UFRGS - Departamento de Serviço Social (UFRGS) - Instituto Toda Vida - Preserva Zona Sul - Programa de Extensão Movimentos Sociais e Serviço Social: educação popular e lutas sociais (DSS/UFRGS) - PET Cursos da Saúde Noturnos (UFRGS) - PET Conexões Participação e Controle Social em Saúde (UFRGS) - 350.org Brasil - CIUPOA - Centro de Inteligência Urbana de Porto Alegre
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    Criado por Grupo de Voluntários Greenpeace Porto Alegre Picture
  • Mata Ciliar de Jundiaí pede socorro
    Precisamos conservar o meio ambiente, precisamos preservar nossa fauna. Os animais estão sendo agredidos por máquinas, por barulho delas, por diversos fatores humanos, que não deveriam estar acontecendo.
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    Criado por Andre Nuya Oliveira
  • Rodovia da Liberdade NÃO!
    A construção da Rodovia da Liberdade irá impactar de forma direta não apenas toda a UFRA, mas também a fauna e flora atualmente preservados dentro da universidade. Os problemas vão desde afugentamento de fauna, fragmentação de hábitat, atropelamento de animais silvestres, até o desmatamento de grandes áreas de floresta nativa. O empreendimento também terá impactos ambientais na Área der Preservação Ambiental (APA) de Belém (a qual foi criada para proteger os corpos d'água que abastecem a cidade) e o Parque Estadual do Utinga, grande ponto turístico e de conservação de espécies animais e vegetais. Outro grande problema da Rodovia da Liberdade é a exposição do Quilombo do Abacatal, outras comunidades e terras do entorno da obra a invasão de terras, especulação imobiliária e o crescimento urbano desordenado. Por isso é necessário pressionar os responsáveis para que seja evitada tanta degradação ambiental e impactos sociais.
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    Criado por Rodovia Liberdade NÃO
  • PELA REABERTURA IMEDIATA E URGENTE DA SEDE DO ICMBio NA RESERVA BIOLÓGICA DO TINGUÁ!
    A Reserva Biológica do Tinguá nasceu a partir das lutas da sociedade civil em Nova Iguaçu e na Baixada Fluminense, em razão da necessidade inadiável da preservação de seus recursos hídricos e da riqueza de sua biodiversidade endêmica de flora e fauna, apontada em estudos e pesquisas científicas. Prova disso foi a descoberta, em 1965, do menor anfíbio do mundo (o "Sapo-pulga") pelo professor e pesquisador Eugênio Izecksohn, da UFRRJ (Universidade Federal Rural do RJ). A Reserva Biológica do Tinguá, portanto, ficou marcada como a única Unidade de Conservação Ambiental existente no país cuja criação ocorreu "de baixo para cima", a partir da vontade da população e de seus movimentos sociais organizados. Inclusive, a Rebio-Tinguá constitui-se numa das Unidades de Conservação Federal do país mais afetadas por empreendimentos de infra-estrutura que invadem seu território, como as linhas de transmissão de energia de Furnas Centrais Elétricas, três faixas de dutos (duas de óleo e uma de gás) da Petrobras, que cortam o subsolo da floresta e que representam iminente risco de incêndios florestais e de poluição de seus lençóis freáticos subterrâneos, em caso da ocorrência de vazamento de óleo de seus dutos. Há também no interior da Rebio-Tinguá 12 represas de captação de água administradas pela CEDAE (empresa estatal do governo do estado do RJ). Quase 80% por cento do abastecimento público de água da Baixada Fluminense dependem da Reserva Biológica do Tinguá, onde foram instalados, desde a época do Império, diversos aquedutos e represas de captação, até hoje cumprindo importante função social como bacia hidrográfica auxiliar ao Rio Guandu, que também recebe as águas do Rio Paraíba do Sul. Todas as empresas citadas acima (Furnas, Petrobras e CEDAE) fazem uso do território da Reserva do Tinguá (espaço aéreo e subsolo) e não repassam um centavo sequer para fins de compensação ambiental em favor de sua preservação, tendo em vista a riqueza e a fragilidade de sua biodiversidade, com muitas espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção e diversas outras ainda desconhecidas pela Ciência. Um completo absurdo e um verdadeiro descaso! Há também um aterro sanitário funcionando numa área do entorno da referida Unidade de Conservação, no bairro iguaçuano de Adrianópolis (zona de amortecimento da Rebio-Tinguá), além da proximidade com a REDUC - Refinaria Duque de Caxias. Tais fatores, associados ao efeito de borda e à crescente urbanização no entorno, resultam em distúrbios ecológicos causadores da perda da rica biodiversidade na região. Para demonstrar a importância e grandeza daquela região, a UNESCO (órgão das Nações Unidas) classificou, em 1993, a Reserva Biológica do Tinguá como Patrimônio Natural da Humanidade, na categoria de Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, em razão do potencial de seus recursos hídricos e de sua biodiversidade de flora e fauna. PELA REABERTURA IMEDIATA E URGENTE DA SEDE DO INSTITUTO CHICO MENDES NA REGIÃO DA RESERVA BIOLÓGICA DO TINGUÁ!
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    Criado por Ricardo Portugal
  • SALVE LAGO TUCURUÍ
    A mineração na Área de Preservação Ambiental Lago de Tucuruí afeta diretamente 7 municípios - Tucuruí, Breu Branco, Goianésia do Pará, Jacundá, Nova Repartimento e Itupiranga, envolvendo comunidades tradicionais (indígenas, ribeirinhas, etc.). Além de afetar diretamente a flora e a fauna amazônica presente neste ambiente e a contaminação de corpos hídricos. É importante manter a preservação da APA, caso o PL270/2019 seja aprovado, trará impactos tanto socioambientais quanto econômicos.
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    Criado por APA Lago Tucuruí
  • Heal the world - APA 8 VERDE PB - CURE O MUNDO, PROTEJA O MEIO AMBIENTE
    Para a redução de emissões de carbono no planeta e para a geração de oxigênio nas regiões cultivadas, bem como para o equilíbrio climático local.
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    Criado por Ricardo Moisés Bezerra de Lima Lima
  • Diga não ao Desmatamento em Mussurunga II
    A mata e os animais estão sendo dizimados. Os moradores gritam por Socorro! Pedem a tomada de providências das autoridades.
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    Criado por Abprev Brasil
  • Recicle a alma !!!
    Por todos os pontos que pontuei acima, mas sobretudo por seu caráter extremamente urgencial.
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    Criado por Charlles Dias Carvalho
  • DEGRADAÇÃO DO ARROIO BARNABÉ
    O arroio Barnabé se localiza no Município de Gravataí. O município de Gravataí apresenta um relevo inclinado em direção ao leito do rio Gravataí, escoamento significativos até as áreas mais planas, formadoras da planície de inundação natural. A sub-bacia hidrográfica do arroio Barnabé compõe a margem direita do baixo trecho da Bacia Hidrográfica do Rio Gravataí Essa Bacia, que possui uma área aproximadamente de 2. 020 km². Integra os municípios de Santo Antônio da Patrulha, Glorinha, Gravataí, Cachoeirinha, Canoas, Porto Alegre, Alvorada e Viamão, apresentando relevante importância social, econômica, cultural, e ambiental no Estado. O rio Gravataí é um rio de planície, cujas cotas altimétricas não são superiores a 20 m. Apresenta grande variabilidade, tanto na largura, entre 8 e 20m, quanto na profundidade, tem baixa velocidade de fluxo, pouca capacidade de diluição dos poluentes e baixa depuração das cargas poluidoras.
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    Criado por Oliveira Ferragens