• Hortas comunitárias no lugar de terrenos baldios
    Hoje as cidades possuem um grande números de terrenos abandonados e sem uso a anos, onde acabam virando lixões a céu aberto, contaminando o solo, trazendo animais indesejáveis para as residências vizinhas, riscos de doenças como dengue e sem utilidade. Ter direito à cidade é o direito de produzir um alimento de verdade e permanecer nela. Hoje as políticas públicas dificultam práticas de segurança alimentar, existindo uma insegurança jurídica, pois não sabemos até quando as hortas urbanas poderão existir. Acreditando que a agricultura urbana é uma declaração de amor pela cidade, precisamos nos reconectar com os espaços abandonados e transforma-los em jardins comestíveis, tendo alimentos que respeita o meio-ambiente, sem agrotóxicos e transgênicos, saudáveis, aumentando a qualidade de vida e renda para a comunidade, tendo alimentos frescos, produzindo adubos orgânicos fazendo a compostagem, recuperando espaços inativos, apropriando da cidade, criando hortas de auto-subsistência e de socialização entre as pessoas. Então vamos aumentar a nossa voz e fazer com que ela seja mais importante que a especulação imobiliária, tendo acesso e direito de usar os terrenos baldios de nossa cidade em forma de hortas orgânicas permanentes para todos.
    532 de 600 Assinaturas
    Criado por Rafaela Araújo Picture
  • Todos pelo Sumidouro
    Pretendem instalar na paradisíaca ilha de São Francisco do Sul mais um porto. A ilha de São Francisco do Sul é quase 3 x menor que a CIDADE do Rio de Janeiro e menos que 2 x maior que Santos apenas. Já tem um porto público, o TGB um terminal graneleiro que já tem a liberação para destruir vasta extensão de vegetação para o início da construção, o projeto de um porto chamado MarAzul, o estaleiro CMO e este projeto atual Porto Brasil Sul, além de inúmeros armazéns que armazenam grãos e fertilizantes. Fertilizantes que causaram a evacuação de vários bairros, inclusive do hospital, deixando um bombeiro em estado grave por inalação da fumaça., após um incêndio químico em 2015. Vale lembrar que mais armazéns deverão ser construídos porque mais fertilizantes estarão em movimento. São Francisco do Sul se transformará na Nova Cubatão, sem manguezais, águas poluídas e uma bomba relógio com um única saída, uma rodovia de mão dupla para a retirada de quase 50.000 habitantes.O Porto Brasil Sul terá área de 146,28 hectares (o equivalente a 1.460.000 metros quadrados, na entrada do canal de acesso ao Porto de São Francisco do Sul. O acesso pela rodovia Duque de Caxias vai se conectar ao Norte da BR-280, rodovia de acesso ao Porto de São Francisco do Sul. No local deverão ser construídos sete terminais portuários – de contêineres, granéis, cargas gerais, fertilizantes, gás natural, de produtos líquidos, e mais um terminal de veículos, além de centro administrativo.O empreendimento vai ter área acostável de 2.412 metros. Para operar com segurança, está estimada a necessidade de dragagem de 407.600 metros cúbicos (extremamente prejudicial à preservação das Toninhas, animais que vivem na Baia da Babitonga e ameaçadas de extinção) especialmente para atender às demandas dos terminais de granéis fertilizantes e terminal de gás. Ainda será necessário fazer derrocagem de 301.909 metros quadrados e implantação de quebra-mar para viabilizar o terminal de gás. Na região do Sumidouro, onde este porto pretende se instalar, existem espécies da flora endêmicas que não existem em outro lugar. Não há como compensar esta destruição. A população de São Francisco de Sul exige um amplo estudo e avaliação do impacto do trânsito de caminhões nessa localidade, o grau de poluição sonora e das águas, sem contar com o prejuízo a um dos berçários de aves da mata atlântica mais importantes do Sul do país. Haverá a supressão e devastação de mais de 4km de restinga e mangue apenas nas obras do porto, e não há informação sobre como será feito o acesso a este porto de maneira viável já que as estradas que levam até o local não comportam o trânsito de turistas hoje. Provavelmente além dos 4 km devastados será necessária uma devastação ainda maior, além de desapropriações para a construção destes acessos . A cidade já conta com um Porto Público (APSFS), Um Porto Privado (TESC) e do outro lado da baia da Babitonga ainda temos o Porto de Itapoá, sem mencionar outros investimentos da área portuária como o Terminal Graneleiro da Babitonga (TGB), o porto MARAZUL e o estaleiro CMO. Ajudem‐nos a proteger a baia da Babitonga. somos a favor da preservação da Área de Preservação Permanente na praia do Forte e o desenvolvimento da ilha através de projetos sustentáveis e amparados por leis federais. Somos a favor do turismo ecológico, do apoio à micro empresa ligada ao turismo em todas as suas áreas, do turismo esportivo, turismo receptivo e da pesca artesanal. Isto trará renda às famílias locais e o desenvolvimento do município.
    33 de 100 Assinaturas
    Criado por Aninha Tibério Picture
  • Mais Árvores Menos Desmatamentos
    Grande parte da nossa vegetação está sendo perdida, boa parte da poluição ambiental é causada pelo descaso de nossos políticos em relação ás obrigações fiscais aos latidundiários, eles pagam aproximadamente 0,04% de carga tributária e são responsáveis por cerca de 0,23% do PIB do nosso país O governo federal criou o Projeto Avança Brasil em áreas florestais dinamizar a nosso economia e acelerar a destruição das nossas florestas Nosso sistema de Gestão Ambiental foi criado para preservar os grandes empresários que são protegidos Povos indígenas ainda são exterminados e expulsos das suas terras, as suas culturas são tratadas como ineficientes, mas foi causada por o aquecimento global por capitalistas que acreditam que as suas crenças são mais utilizadas para a convivência entre as pessoas O termo Ecoeficiência preserva os recursos humanos e não os outros seres vivos da natureza, mas a formação das espécies é muito importante na manutenção de um ecossistema Atualmente biodigestores são utilizados no Brasil, mas há desmatamento e poluição causado por gases inerentes ao consumo de alimento nas pastagens Queimadas liberam grande quantidade de fumaça uma grande quantidade de água é puxada dos córregos e alimentos transgênicos com grande quantidade de agrotóxicos e destruidores do solo são utilizados Há muita discussão em relação aos pequenos produtores que são penalizados pelos órgãos de fiscalização
    51 de 100 Assinaturas
    Criado por Eduardo Da Silva Ramos Picture
  • Destruição Eminente de Recursos Naturais e Atmosfera.
    Estamos diante de uma eminente catástrofe causada pela Indústria Agropecuária. Não podemos ficar de braços cruzados diante desta informação concedida pela ONU. http://www.un.org/apps/news/story.asp?newsID=20772 ""O gado é um dos que mais contribuem significativamente para os problemas ambientais mais sérios de hoje", disse Henning Steinfeld, do alto escalão da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). "Urgente, ação é necessária para remediar a situação." A criação de gado é também uma das principais fontes de degradação da terra e da água. A agropecuária é a maior produtora de gás metano do planeta e sozinha emite mais gases para o efeito estufa do que toda frota "mundial" de carros, caminhões, trens, navios e aviões. O gás metano da pecuária é 86 vezes mais destrutivo que o dióxido de carbono dos veículos. Vejamos: A Agropecuária é causadora da emissão do gás metano, a maior causadora do desmatamento Amazônico por fazendas de criação de gado e plantações para alimentação do gado. O consumo de água é absurdamente grande pois se inicia com a plantação de grãos que serão utilizados na alimentação do gado, em torno de 128,5 trilhões de litros de água e fazem sim parte do produto final. Notem o tamanho deste problema. O gado atualmente utiliza 30% da superfície total da terra, principalmente pastagens permanentes, mas também inclui 33% da terra arável global usada para produzir alimentos para gado. A Agropecuária é a maior causadora de desmatamento, especialmente na América Latina, onde, por exemplo, cerca de 70% das antigas florestas da Amazônia foram entregues ao pastoreio. Ao mesmo tempo, os rebanhos causam degradação da terra em larga escala, com cerca de 20% dos pastos considerados degradados pelo pastoreio, compactação e erosão. Este valor é ainda mais elevado nas terras secas, onde políticas e gestão inadequada do gado contribuem para o avanço da desertificação. O setor de gado está entre os setores mais prejudiciais aos recursos hídricos, cada vez mais escassos no planeta, contribuindo também para a poluição da água com resíduos animais, antibióticos e hormonais, produtos químicos de curtumes, fertilizantes e pesticidas utilizados para a pulverização. No Brasil, tivemos vários homicídios de homens e mulheres que lutaram sozinhos em uma guerra que deveria ser travada por todos nós, destaca-se o caso a Americana Dorothy Stang ativista dos direitos socioambientais, que morreu por lutar contra a devastação da Amazônia no Pará. Sabemos das dificuldades, então peço que “assinem”, vamos unir forças exigindo que as Organizações Ambientais façam a sua parte mediante a este problema Mundial e deixem de serem omissas. Diante do exposto e da complexidade do problema que se façam campanhas sem sessar de conscientização para a redução do consumo de carne. Estamos destruindo nossos recursos naturais em todo planeta. O Brasil contribui com cerca de 40 por cento para a produção agrícola global, a exportação de carne Brasileira tem trazido prejuízos aos recursos naturais do país. Em troca de que? Devemos exigir dos governantes mundiais, leis que limitem a expansão da Agropecuária urgente, que criem impostos de acordo com esse exorbitante consumo de água, que desencorajem os criadores, que criem iniciativas de biogás para reciclagem de estrume (como sita o relatório da ONU), que busquem de todas as formas possíveis amenizar este problema antes que se acabem os recursos naturais, uma vez que o consumo excessivo de água mediante a escassez é um problema ambiental cujos impactos tendem somente a aumentar. Acompanhamos diariamente campanhas abordando o efeito estufa pedindo para a população mundial haja de forma consciente. Ótimo, este é o dever de todos, cuidar em quando se pode, mas os governantes e as ONG's estão deixando de lado o “maior contribuinte para o efeito estufa” entre todos os emissores de dióxido de carbono e outros gases no Planeta : a Agropecuária, ela produz o Gás Metano a partir do excremento animal que é 86 vezes mais destrutivo que o dióxido de carbono, imaginem a grandeza disso se atualmente o gado utiliza 30% da superfície da terra de todo planeta e também 33% da terra arável global para produzir alimento de gado. Uma escala gigantesca de excremento produzindo o terrível metano sem sessar. Com isso, ainda temos a contaminação do solo e recursos hídricos por antibióticos, hormônios e produtos químicos diversos, fertilizantes e pesticidas. Sobre a água, de acordo com uma breve pesquisa descobri que para produzir cada 1 quilo de carne se consome 15.000 litros de água. Subentende-se que este consumo iniciasse desde a produção dos grãos no plantio até o consumo para o animal que necessitam de grãos e precisam intensamente de água. Um boi adulto pesa em torno de 12 a 18 arrobas/ 240 a 270 quilos. Entendesse que o boi para chegar a este peso são necessários 365 dias somando um total de consumo de água de 4.050.000 L (quatro milhões e cinquenta mil litros de água) por animal. Então pensemos se 30% da superfície da terra é tomada pela Agropecuária imagine a proporção deste consumo. A indústria Agropecuária é uma das que mais crescem atualmente e a perspectivas atuais é que cresça mais ainda para os próximos anos. De acordo com a revista Globo Rural de 2002 a 2016 a Industria Agropecuária cresceu o VBT de R$ 218,7 bilhões para R$ 503,6 bilhões. Só com muita disposição e ação conseguiremos. Para que nada aconteça, basta que ninguém faça nada. Assinem!
    55 de 100 Assinaturas
    Criado por Andre Bolonha Picture
  • Salve o Rio Curiaú!
    A construção de conjuntos habitacionais populares, sem a menor estrutura de saneamento básico, está afetando não só os residentes das habitações, como também o Meio Ambiente. Ao ser lançado diretamente no meio, sem nenhum tratamento, esse esgoto está afetando o Rio Curiaú. O rio está localizado dentro de uma Unidade de Conservação, a APA do Rio Curiaú, que por sua vez, abriga uma Comunidade Quilombola que depende diretamente deste rio como meio de subsistência. Além dos conjuntos habitacionais populares, outras obras de habitação estão se instalando no entorno da APA, sem a menor preocupação com os impactos que irão gerar, obedecendo apenas ao interesse dos cofres públicos. Nos ajude a manter o Rio Preservado e Salvo!
    165 de 200 Assinaturas
    Criado por Elen Costa
  • "pela preservação da amazônia brasileira"
    Para preservar o clima no planeta e as chuvas necessárias para o Sul do País,caso contrário não teremos em breve águas em resrevatórios e o clima na região Sul do Brasil será, dentro em breve, drasticamente afetado pelo desmatamento predatório na Amazônia,cujo desastre não terá volta!!
    71 de 100 Assinaturas
    Criado por germino marques
  • SERTÃO MAIS VERDE, SERTÃO MENOS SECO!
    Os benefícios são diversos por exemplo: maior retenção de água na época das chuvas, esta retenção acontece tanto na mata (caatinga), uma vez que troncos, galhos folhas etc..., são de foma natural macro reservatórios de umidade,vapor e água, prolongando um pouco mais a umidade em seu entorno. Do mesmo modo os açudes também contribuem, haja visto que parte desta água armazenada é evaporada ao longo do ano tornando o ar menos seco, também diminui o carreamento de sedimentos fértil de uma região quase que infértil!
    45 de 100 Assinaturas
    Criado por JOSE ELTON ANDRADE
  • Pela criação do Refúgio dos Gatos Selvagens
    O Parque Natural Municipal, tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. Cachoeira do Sul, pode ser considerada um berçário dos pequenos felinos selvagens do Brasil, tendo em vista que a cidade é (ou foi) o único lugar no Brasil que se encontrava, no passado, a presença de todas espécies de pequenos felídeos. Na ausência de interesses do Estado, e por meio da omissão popular, hora por falta de conhecimento, hora por falta de vontade de atuar, nossos felinos selvagens estão em extinção e necessitando de um local apropriado para salva-los ou criar meios de poder reintroduzir na natureza. A criação dos parques, para utilização como REFUGIO de vida selvagem, ira possibilitar uma melhor forma de tentar salvar nosso pequenos felinos selvagens.
    134 de 200 Assinaturas
    Criado por Emerson Grohe
  • Salve o Timburi da construção de um Aterro!
    O local escolhido consiste em uma região que participa de um projeto de Micro Bacias Hidrográficas da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, com mais de 45 nascentes que formam o Córrego do Timburi, um dos afluentes que formam o Rio do Peixe, principal fonte de captação de água da nossa região, o local ainda possui quase toda a produção de leite que abastece as escolas públicas, o Timburi possui mais de 70 anos de existência e sua história se confunde com a da cidade. Última área agrícola da cidade, local de agro-negócios, maior plantadora de batata doce do estado, inúmeras áreas e lazer, todo esse eco-sistema e bioma serão destruídos pelo mal uso do solo. Possuímos ainda vícios que ocorreram durante o processo, falha e ocultação de informação crucial no laudo, manipulação da imprensa local, e graves detalhes quanto a profundidade dos mananciais que ali existem, onde água foi encontrada a céu aberto e amenos de 2 metros do solo, cachoeiras e veios de água correm dentro do local do empreendimento. Necessitamos da colaboração de todos para levarmos o maior numero de assinaturas para pormos um basta neste processo, que culminará na destruição definitiva de toda uma área.
    460 de 500 Assinaturas
    Criado por Fernando Gesse Picture
  • Chega De Usina em Piraju!
    Dos quase 50 municípios do Vale do Paranapanema, Piraju é o único a ter a sua área urbana cortada pelo rio. O "Panema" corre praticamente dentro da região central da cidade, daí a relação da comunidade pirajuense com o rio ser tão intensa e apaixonada. Nossa história já foi violada com inundações de sítios arqueológicos datados de até 8000 anos, e neste último trecho de calha natural do rio Paranapanema, há também sítios de valor histórico e arqueológico inestimáveis, que devemos e lutamos para preservar. O Salto do Piraju, também localizado no último trecho de rio ameaçado, é lugar de memória, de história, pois trata-se do local de fundação de nossa cidade. O Parque Natural Municipal do Dourado é uma Unidade de Conservação e Proteção Integral, criado pelos legisladores locais com diretrizes traçadas pelo SNUC (Sistema Nacional de Unidade de Conservação). Trata-se de uma área de preservação ambiental e de recreação para a comunidade local e regional. Há ainda nesse Parque, já catalogados mais de 230 espécies de aves, muitas delas, raras. Ainda nessas corredeiras há duas espécies de peixes que estão no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (ICMBio/MMA) e no Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Estado de São Paulo (SMA), que são o Dourado, peixe que dá nome ao município de Piraju (Pira = peixe e Ju = amarelo/dourado) e o Surubim-do-Paranapanema, peixe de couro que vive nas partes mais fundas do rio, cujo primeiros estudos de pesquisadores da UFRJ e da USP, é um bagre pré-histórico datado de 15 milhões de anos". Outro aspecto fundamental a ser considerado é o Programa Social da Escola de Canoagem, que utiliza as corredeiras para a prática da modalidade Slalom. Fundada no início dos anos 2000, a escola revela talentos internacionais como Pedro Henrique Gonçalves (Pepê), Charles Corrêa e Anderson Oliveira, medalhistas que ficaram entre os 10 melhores do mundo nas Olimpíadas de 2016. O local de treinamento é considerado por especialistas a melhor pista de corredeiras naturais do Brasil. Finalmente, Piraju é uma Estância Turística, e possuir em seu território o último trecho de calha natural do Rio Paranapanema constitui um valioso patrimônio ecológico, cuja utilização racional e sustentável é uma aspiração de toda a comunidade, com vistas ao desenvolvimento do turismo de aventura e ecoturismo. Apesar de toda essa riqueza elencada, sofremos constantemente ameaças de grupos interessados em ganhar dinheiro as custas de destruir a história do rio com a comunidade, represando nossas águas. A última investida dos grupos interessados no barramento levou à anulação das várias leis de proteção deste trecho, através de demanda pela justiça, onde o Supremo Tribunal Federal (STF) as julgou inconstitucionais.
    4.304 de 5.000 Assinaturas
    Criado por Organização Ambiental Teyquê-pê Picture
  • Bairro de Sepetiba pede socorro
    Sepetiba é um local histórico, de beleza única, e assim deveria ser tratado! O bairro era visto como um paraíso litorâneo, comparado com a região de Búzios, onde suas praias serviram como porto colonial para exportação de Pau-Brasil à Europa. Hoje, a região está abandonada pelas autoridades locais, estaduais e federais e mais do que isso: está entregue a empresas. A destruição de toda baía de Sepetiba e seu ecossistema parece que não vai parar. Queremos de volta nosso paraíso, com a recuperação da nossa fauna e flora, do turismo local e dos empregos perdidos. Somente nossa mobilização pode reverter essa situação! Todas as empresas que degradam a região devem custear a limpeza completa da baía e ressarcir pescadores que perderam seu ganha pão. Além disso, é necessário fiscalização constante dos órgãos competentes, para as irregularidades pararem de acontecer. Não aguentamos mais ver o nosso bairro e nossas vidas entregues à própria sorte.
    1.608 de 2.000 Assinaturas
    Criado por Danthe Laurentino Picture
  • Salve a Serra do Curral
    A Serra do Curral é o símbolo de Belo Horizonte! Ela integra o maciço da Serra do Espinhaço e é um importante marco geográfico, histórico e paisagístico do país. Eleito na década de 90 como símbolo de Belo Horizonte, hoje é uma área tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Atualmente a Serra do Curral é uma área de proteção ambiental e abriga várias espécies em extinção, além dos seus remanescentes de Mata Atlântica, Cerrado, Campos Altimontanos e significativos mananciais de água. No local, existe uma grande preocupação com a reprodução das espécies e com os riscos advindos da proximidade com a região urbana. O que está acontecendo com a Serra do Curral? A Serra do Curral está sendo ameaçada pela ambição e irresponsabilidade do homem, tendo sido palco de incêndios, focos de mineração e exploração econômica do estacionamento do Parque das Mangabeiras, com a derrubada de árvores e a realização de mega shows. Além disso, também são realizadas intervenções no prédio do antigo Hospital Hilton Rocha, visando a construção de um novo edifício que impedirá a criação do Corredor Ecológico, que ligaria o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça ao Parque Estadual da Baleia. Para ser ter uma ideia, o imóvel passará a ter um novo prédio de 7 andares, com um comprimento total de 270 metros e com área construída de 35 mil m2. A título de comparação, trata-se de uma área muito maior que o dobro do espaço que existe atualmente, considerando que hoje são 107 metros de comprimento! A destruição ambiental já está ocorrendo com a derrubada de árvores, evasão de animais silvestres, problemas na reprodução de animais já em extinção, risco de contaminação de nascentes e outros danos irreparáveis à natureza e futura gerações. O meio ambiente ecologicamente equilibrado é essencial à manutenção da qualidade de vida e da saúde da população, pois deve estar destinado à posteridade, por ser um direito e um dever entre gerações, impondo-se ao Poder Público e à coletividade a obrigação de defendê-lo e preservá-lo. Com a criação do Corredor Ecológico da Serra do Curral poderemos restabelecer a conectividade para favorecer o deslocamento das espécies de um ecossistema para o outro.
    747 de 800 Assinaturas
    Criado por Leonardo Magalhães